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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Tatuagens esculpidas na pele de homossexuais condenados ao GULAG

Uma mulher nua, associada a uma serpente (existem várias versões do desenho!) nomeava um homossexual passivo.
A tatuagem era feita à força ou após um jogo de cartas perdido, sendo que neste último caso a mesma podia ser feita com o consentimento do sujeito.
Posição da tatuagem – somente atrás.
Uma coroa de flores com os naipes de baralho vermelhos (copas, ouro), “rei de todas as bandas/baralhos de cartas” simbolizava um homossexual passivo, um tipo de homem que está envolvido em toda forma de depravação. A tatuagem é rara (desenhado no verso), mas a maioria das pessoas que passaram pelos campos de trabalhos forçados as reconhece. Os homens que possuíam essa tatuagem no lado esquerdo eram chamados de “cabeça (de pingolim)”, “pinto” ou “azul-celeste”. Estes eram os piores insultos em lugares de reclusão. Um preso que chamasse outro por esses nomes, mesmo em tom de brincadeira, poderia machucar-se ou pagar com a própria vida.

Créditos: Gay Lib Itália (tradução e adaptação por "Q-Libertários").